domingo, 29 de junho de 2008

Doce Cruz

Há muito hoje sendo falado sobre o arrependimento, sobre a cruz. No entanto, a cruz não se trata de mais um entre tantos discursos vazios, mas de uma experiência real e concreta de esvaziar-se a si mesmo e negar-se a si mesmo dia após dia (Fp 2.7). Mais do que pregar sobre a importância de ir à cruz, Jesus, com simplicidade, foi a ela e isso trouxe luz, salvação e libertação para nós. A concretização da cruz em Sua vida é o que verdadeiramente nos confere vida (Gl 2.19). Hoje, se queremos a manifestação da glória de Deus em unção, em poder, em prodígios e maravilhas, se queremos o Reino de Deus, se queremos a vida do Senhor, precisamos nos fazer como o Cordeiro, que mudo foi ao Seu matadouro e que de lá só saiu quando sua existência na carne havida sido completamente exterminada (Is 53.7).
Somos chamados a ser profetas nessa geração, mas não haverá autoridade em nossas vidas enquanto o estrondo que elas causarem não exceder em muito nossas vozes. Se quisermos chamar pessoas a se arrependerem e a converterem-se precisamos estar dispostos a ter nossas vidas encerradas no deserto de Deus (Mt 3.1-3), onde não há mais nada, onde nada mais faz sentido, onde nada mais causa satisfação, onde nada mais chama nossa atenção além da cruz e a vida e o amor e a graça que advém dela (Gl 6.14).
Convertamo-nos, pois, nós mesmos primeiramente e arrependamo-nos, permitamo-nos ser esmagados pela glória de Deus. Subamos à cruz e permaneçamos lá até que nos tornemos um só com Ele em Sua vida. Sacrifício, oferta suave, libação sejamos em Seu altar, para que Ele se apraza em nós (Mt 3.17), para que Ele veja em nós o mesmo sentimento que houve em Seu amado Filho (Fp 2.5). Sejamos constrangidos pelo amor de Deus (2Co 5.14), sejamos contaminados por esse amor a ponto de assumirmos Sua identidade para que Seu amor seja nossa maior marca (Jo 13.35), e então que jorre de nós, que flua como ribeiros de águas, que jorre como torrentes, contaminando a outros e outros e tantos quantos esbarrarem com o curso desse rio (Jo 7.38).
Nosso Deus é digno de toda honra, toda força, de todo louvor e toda adoração. Ele é digno de receber nossos sonhos, Ele é digno de receber nossas vidas, Ele é digno de receber nossa entrega total e irrestrita. E quando tivermos feito tudo isso, porventura teremos feito algo sublime? Ou não seria Ele digno até de muito, muito mais?! (Rm 11.33-36)
SUBAMOS À CRUZ, TORNEMO-NOS UM COM ELE, ABRAMOS ESPAÇO PARA QUE SEU AMOR NOS INVADA, NOS PREENCHA ATÉ TRANSBORDAR DE NÓS.

Que o fogo de Deus queime em nossos corações!

Um comentário:

  1. Nice10:13

    "Ainda existe uma cruz... pra voce carregar... "
    =)
    Deus te abençoe Maíra ^^
    Ele é testemunha que seus atos e palavras tem feito muito estrondo
    o/
    "MARCHAAAII E VENCEEEEIII!!!"
    \o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/

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